Grupo Folclórico no Balneário Castrejo

Grupo Folclórico no Balneário Castrejo


Historial

Datas Importantes

Regulamento Interno

 

 

 

 

 

Historial

Num domingo de Janeiro de 1976, após a realização de um Baile dos Reis, bailes estes que se realizavam num período compreendido entre o Natal e o fim de Janeiro, caracterizados pela manifestação de alegria popular, pela crença religiosa e pelo seu enredo próprio de danças e contradanças de Reis Magos e pastores, depois de apresentada a encenação, percorria todos os lugares da freguesia. E, por vezes, nalgumas freguesias vizinhas, surgiram concertinas, cavaquinhos, violas, bombo e out ros, como habitualmente, que tocando viras e malhões prendiam a atenção daquelas pequenas multidões que assistiam aos já mencionados Bailes dos Reis.

Estas pessoas, ouvindo estes tocares ritmados, convidativos a danças alegres e movimentadas, ideais para expressar e exteriorizar de forma mais completa a alegria do momento, uns sabendo e outros nem tanto, mas fazendo por acompanhar, formavam rodas e filas tentando recriar as danças de antigamente, tal como se recordavam. Foi assim, que atentos a estas manifestações de alegria e apreço pelas tradições populares que surgiu nos senhores Fernando Morgado de Abreu e Agostinho Coelho Esteves a ideia da formação de um grupo folclórico, que iria velar pela preservação e perpetuação dessas mesmas tradições.

Convidaram para o efeito outras pessoas da freguesia, tendo todos juntos constituído a primeira direção, assim hierarquizada: Fernando Morgado de Abreu – Presidente; Agostinho Coelho Esteves – Vice – Presidente (ambos responsáveis pela orquestra); António da Purificação Gomes de Abreu Morgado – 1º Secretário e 1º ensaiador; Joaquim Arantes de Araújo – 2º Secretário e 2º ensaiador; Manuel Alves São Bento da Silva – 1º Tesoureiro (também responsável por transportes, lanches e roupas); Manuel Baptista Gonçalves Anjo – 2º Tesoureiro (também responsável por montagens e desmontagens de estruturas); Padre Joaquim Pereira da Silva – responsável pelos assuntos da paróquia. Em conjunto constituíram uma equipa capaz de dar início ao grupo, sendo estes os nossos fundadores.

Tornou-se relativamente fácil a angariação de elementos, crianças e adolescentes, cuja idade não podia exceder os quinze anos não se devendo por isso esquecer que se denominou o grupo por “Grupo Folclórico Juvenil de Galegos Santa Maria”, já que uns simples avisos dados pelo pároco no decorrer das missas da freguesia foram quase tudo o que então foi necessário. Seguiram-se os primeiros ensaios onde se transmitiu e ensinou aos seus componentes a ideia subjacente ao projeto.
Na sua formação teve grandes dificuldades financeiras na aquisição dos trajes genuínos e instrumental, mas felizmente foram ultrapassados devido ao entusiasmo e esforço de várias pessoas da nossa terra.

O repertório compõem-se de danças recolhidas na região, tendo sido para isso necessário indagar junto de pessoas idosas, organizando entrevistas e documentando as mesmas, para se poder certificar da sua autenticidade. O seu traje procura transmitir fielmente a imagem dos antepassados desta freguesia e exibe o traje Domingueiro e o de Noiva.

A fundação oficial e sua apresentação data de 5 de Maio de 1977, tendo contudo participado, dois dias antes, no desfile etnográfico das Festas das Cruzes em Barcelos. A sua primeira atuação realizou-se a 19 de Junho do mesmo ano. Os anos seguintes foram de grande atividade, sobretudo participando em festivais folclóricos e festas populares. Tudo isto veio trazer um grande dinamismo à freguesia, em particular aos seus jovens, que se mostravam bastante interessados em participar.

Contudo, e por se tratar de um grupo juvenil, devido à idade alguns elementos vêm-se obrigados a deixá-lo, o que lhes causa uma natural insatisfação. Observando este facto surge então a ideia de alargar o grupo a outras faixas etárias, incluindo especialmente aqueles que se viram obrigados a deixar o grupo, procedendo-se a uma combinação de diferentes gerações, mantendo-se no entanto a denominação de Grupo Folclórico Juvenil de Galegos Santa Maria. Esta alteração ocorreu no ano de 1986. Mais uma vez foi necessária a aquisição de novos trajes, o que constituiu uma despesa para o grupo, vendo-se por isso mais uma vez condicionado a angariar fundos, tendo para além de outras coisas percorrido toda a freguesia cantando os “Reis”. Atividade que realizando desde a sua fundação, respeitando assim os propósitos inerentes à sua criação, que eram os de preservar e incentivar as tradições populares da nossa freguesia, onde se incluem os Cantares dos Reis.

Porém, só no dia 24 de Abril de 1985 se constituiu juridicamente na secretaria Notarial de Barcelos o Grupo Folclórico Juvenil de Galegos Santa Maria, publicado no Diário da República III Série: N.º 101, de 3 de Maio de 1986.

Ao longo da sua história, e como forma de tornar ainda mais efetivo o seu trabalho, o grupo tem organizado festivais folclóricos bienalmente, tendo o primeiro sido em 07/08/1983, seguindo-se festivais em 21/06/1987, 17/06/1989 e 16/06/1991, todos estes com a característica comum de apenas ter grupos nacionais. Os seguintes contaram com a presença de grupos de outros países, em 20/06/1993, 25/06/1995, 22/06/1997, 21/6/1999, 24/06/2001 e 01/06/2002.

O senhor Fernando Morgado foi o homem que durante vinte anos presidiu exemplarmente aos destinos deste grupo, em 1995 anunciou de livre iniciativa que iria deixar de desempenhar esta função. No seu entender, já tinha cumprido os objetivos a que se propusera e queria dar lugar aos mais novos. Desde então, passou a exercer o não menos honroso lugar de Presidente da Assembleia Geral.

Este foi o ano em que se deu início a cursos de formação numa política de auto-gestão e também cumprindo as nossas funções sociais. Em Janeiro de 1995 iniciou-se a formação em instrumentos de cordas: violas, bandolins e cavaquinhos, ministrado pelo senhor Rodrigues. Formaram-se dois grupos com quinze elementos cada, um com elementos do Grupo Folclórico e outro com interessados da comunidade. Em Outubro iniciou-se o curso de formação em concertinas ministrado por António Torres a cinco elementos do nosso grupo. Estas formações permitiram que hoje tenhamos vários elementos para cada instrumento.

No ano de 1999 é projetada a sede oficial e iniciam-se os primeiros trabalhos de construção. O dia 21 de Maio marca a nossa adesão à grande instituição que é o INATEL.
No ano de 2002 o grupo comemora as suas Bodas de Prata e não poderia ter melhor prenda que a inauguração oficial da sua sede. Do programa das comemorações destaca-se a organização do primeiro encontro de concertinas e cantadores ao desafio com mais de noventa participantes, no dia 31 de Maio; inauguração da sede e Festival de Folclore, no dia 1 de Junho, e; cerimónia solene com homenagem aos fundadores e elementos falecidos.

O trabalho sério e consistente por parte dos seus diretores, ensaiadores e demais membros, adicionada à grande procura de que é objeto leva a que disponhamos de um nome criado, considerado e bastante requisitado no calendário folclórico português.

Estando agora a humanidade a viver o século XXI onde outros estilos de dança e música detêm grandes públicos, evidenciando-se como outras culturas de opção, temos algum orgulho em conseguir cativar para o folclore muita juventude, chamando a atenção para uma das características mais importantes da cultura popular portuguesa. Deste modo, prestamos o nosso humilde contributo à cultura local, regional e nacional.

Datas Importantes

Nos finais do ano de 1976, uma comissão de 5 elementos resolveu levar a efeito os bailes do reis, cuja finalidade era a angariação de fundos para se formar um jardim de infância para a nossa comunidade.
Daí surgiu a ideia de se formar um grupo folclórico e aconteceu.

Em 1977 o Sr. Fernando Morgado de Abreu juntamente com o Padre Joaquim Ferreira da Silva, pároco da freguesia, contactaram seis pessoas para se formar a comissão para arrancar com a ideia de formar o grupo folclórico.
Foram eles: Fernando Morgado Abreu
Agostinho Coelho Esteves
António Morgado
Joaquim Arantes de Araújo
Manuel Alves São Bento da Silva
Manuel Batista Gonçalves Anjo
Deu-se início aos primeiros ensaios no antigo Salão Paroquial, tratando-se então de um grupo infantil, cuja idade dos elementos não podia exceder os 15 anos de idade.

Em Maio pela Festa das Cruzes surge o primeiro convite para o desfile etnográfico que se levou a efeito.
A 19 de Junho com a presença do Senhor Presidente da Câmara Dr. João Baptista Machado, foi oficialmente inaugurado com a sua primeira apresentação em público, particularmente para a localidade que o via nascer.

Em 1978 começam aparecer convites para actuações em festas populares, primeira actuação em São Paio de Carvalhal e muitas outras surgiram, porque nessa altura apenas existiam três grupos folclóricos em todo o concelho de Barcelos.

Em 1979 foi nomeada uma comissão para se fazer recolhas, tendo sido abordadas as pessoas de mais idade para nos dar informações sobre os usos e costumes dos nossos antepassados, tendo sido ouvidos e dando-nos informações as seguintes pessoas:
Senhora Luísa Costa Araújo – de Galegos Santa Maria
Senhor José Rodrigues Gonçalves – de Galegos Santa Maria
Senhor António Alves – de Galegos Santa Maria
Senhora Maria Sineta – de Galegos Santa Maria
Senhora Carmem Pires – de Galegos Santa Maria
Senhora Rosa Verdegaio – de Roriz
Todas as informações dadas por essas pessoas se encontram nos nossos arquivos e gravadas em cassete.

Em 1980 devido ao desenvolvimento da freguesia começou-se a sentir dificuldades em se proceder a ensaios no Salão Paroquial e várias vezes tivemos de os fazer em casas particulares, em
eiras, cobertos e salões, que eram cedidos, assim como na sede da Junta da Freguesia.

Em 1981 começa-se a pensar em elaborar os estatutos, assim como a legislação oficial da associação, a sua aprovação e publicação Notarial e Diário da República. Neste aspecto e nessa altura surgiram muitas e muitas dificuldades impostas a níveis superiores.

Em 1982 começam aparecer vários agrupamentos folclóricos a nível do concelho, e surgem épocas de poucas actuações devido às concorrências. Assim, foi necessário pensar em formar o grupo mais a nível de adultos e que posteriormente veio acontecer.

Em 1983 faz-se o 1º Festival de Folclore, que foi realizado no campo de jogos do Santa Maria Futebol Clube, para proceder assim a uma abertura de mais conhecimentos de usos e costumes de outras gentes, começa-se a pensar em festivais a título de permutas, com alargamento a todo o país e também ao estrangeiro, esperando ter novas perspectivas de futuro.

Em 1984, dado o sucesso do 1º Festival Folclórico, decide-se realizar o festival de dois em dois anos, o que ainda hoje prevalece.
Foi o ano em que o grupo se debruçou a fundo na legislação, ou seja, na elaboração total dos seus estatutos e requisições do cartão de pessoa colectiva para que juridicamente ficasse tudo dentro da Lei.

No dia, 24 de Abril de 1985, foi feita a constituição da associação na secretaria Notarial de Barcelos, tendo comparecido como outorgantes:
→ Fernando Morgado de Abreu
→ Agostinho Coelho Esteves
→ António Purificação G. Morgado
→ Manuel Alves São Bento da Silva
→ Manuel Baptista Gonçalves Anjo
→ Joaquim Gonçalves de Macedo
→ José Miranda Gonçalves
→ José Paralvas de Oliveira
→ Albino da Silva Carvalho
→ Rosa Silvestre Lourenço Alves Pereira
→ Maria Amélia Almeida Alves
→ Angelina Lopes de Sousa
→ Maria Gorete Ermida Lourenço
→ Maria da Glória Macedo da Silva
→ Ana Maria Morgado

Foi neste dia histórico que ficou juridicamente constituído o Grupo Folclórico Juvenil de Galegos Santa Maria, depois de ter sido publicado nos jornais locais a constituição da escritura Notarial da nossa associação.
Neste mesmo ano foi nomeada a Assembleia Geral, assim como o Conselho Fiscal.
A Assembleia Geral tem a sua 1ª reunião aos vinte dias do mês Julho de mil novecentos e oitenta e cinco, para dar posse à sua direcção, a qual era composta por:
Presidente ⇨ Fernando Coelho Ferreira
Secretário ⇨ João Lopes de Sousa
Segundo secretário ⇨ Albino da Silva Carvalho
Tendo ficado também constituídos todos os restantes corpos gerentes da associação.

É publicado em 3 de Maio de 1986 a publicação no Diário da Republica III série: Nº 101 da legislação do Grupo Folclórico Juvenil de Galegos Santa Maria.

Nesse mesmo ano procedeu-se à 1ª e única gravação em cassete das nossas músicas e cantares, tendo sido também inaugurado o grupo de adultos, com os seus trajes femininos representando tipicamente os trajes da nossa região.

Em 1987 foi um ano de várias participações em festivais folclóricos e títulos de permutas, desde o Minho ao Alentejo assim como também em Espanha este período actuávamos já com o grupo formado com adultos, e começávamos a ficar tecnicamente bem treinados, e com os novos trajes, eram de facto mais bem apreciados.

Em 1989, continuou-se com a realização de jogos de tradição popular, como a corrida de sacos, rosca ao fura-fura, frango à malha, frango à seta e também o respectivo torneio de malha em que compareciam jogadores de várias localidades.

Em 1989 e 1990, a ala feminina está em plena actividade, tendo como presidente a Sra. D. Rosa Lourenço com todo o seu elenco, todo o grupo feminino trabalhava incansavelmente para manter e equilibrar a situação económica do grupo folclórico, para fazer face às despesas que eram e continuam a ser grandes.

Em 1991. Através de todos estes anos sempre foi necessário recrutar novos elementos para que o grupo ficasse composto, uns porque têm necessidade de o deixar, outros porque não amam verdadeiramente o folclore. Tudo isto é normal acontecer até porque vários dos que deram início já nos deixaram definitivamente e por tudo isto há sempre necessidade de renovações.

Em 1992, surge no nosso concelho de Barcelos, um número significativo de grupos folclóricos, e tornam-se cada vez menos as actuações em festa populares, as quais traziam sempre algumas receitas para sobrevivência dos grupos. Nestes casos vai-se mais para permutas que só trazem despesas.

Em 1993 os principais fundadores começam a ter aspecto de cansados e há necessidade de haver novas renovações para que continue a existir o mesmo entusiasmo, porque ninguém é vitalício e as pessoas começam a cansar.

Em 1994 o grupo tem necessidade de ser incentivado através de iniciativas que animem, os membros. Bom seria que todos compreendessem que também é através de quotas que se ajuda a manter uma colectividade.

Em 1995, foi o ano em que o Presidente da Direcção anuncia que tem necessidade de ser substituído, está a completar vinte anos à frente da associação e é motivo para que surja quem o substitua. O mais difícil foi feito e foi cansativo, terá que aparecer quem dê continuação à obra que por todos nós foi iniciada.Depois de tanto se ter trabalhado para conseguirmos ter a nossa sede provisória e o respectivo salão para ensaios, foi então a altura de promover uma semana cultural, com a presença de várias individualidades, inclusive o presidente da Federação Portuguesa de Folclore, ou o seu representante, em que esteve em grande destaque a divulgação do folclore e das suas origens.

Realizou-se ainda o tradicional torneio de campeonato de malha.

Este foi o ano em que se deu início a cursos de formação numa política de auto-gestão e também cumprimento das nossas funções sociais. Em Janeiro de 1995 deu-se iniciou-se formação em instrumentos de cordas: violas, bandolins e cavaquinhos, ministrado pelo senhor Rodrigues. Formaram-se dois grupos com quinze elementos cada, um com elementos do Grupo Folclórico e outro com interessados da comunidade.

Em Outubro iniciou-se o curso de formação em concertinas ministrado por António Torres a cinco elementos do nosso grupo.

Em 1996, na Assembleia Geral realizada em Novembro desse ano, houve então uma mudança, foi eleito para assumir a Presidência da Direcção o Senhor António Morgado, tendo então havido também mudança de certos elementos tanto da Direcção como da Assembleia Geral e até Concelho Fiscal.

O grupo continuou com novos elementos na direcção a procurar fazer o melhor para que esta obra continue a ir em frente para bem do grupo folclórico e para bem da nossa comunidade.

Durante este ano deu-se continuidade aos cursos de formação iniciados no ano anterior.

Em 1997 realiza-se o VII Festival Folclórico e antigos elementos brindam o grupo neste vigésimo aniversário com uma pequena actuação.

Neste ano participamos no projecto de Folclore Português da empresa Only Multimédia, após uma selecção prévia de grupos em todo o distrito de Braga efectuada pela mesma.

Acabando o stock de cassetes áudio e dado os pedidos manterem-se mandamos reproduzir mais cassetes.

Em 1998 prestamos o nosso contributo à instituição de Associação de Pais e Amigos de Crianças Inadaptadas – APACI ao presenteá-los com uma actuação no âmbito das festas de inauguração das novas instalações em Lijó. Estas haviam sido inauguradas anteriormente pelo Senhor Ministro do Trabalho e Segurança Social, Dr. Ferro Rodrigues.

Este é um facto para o qual estamos disponíveis sempre que solicitados.

Em 1999 teve lugar o VIII Festival Folclórico. Este é o ano em que é projectada a sede oficial e iniciam-se os primeiros trabalhos de construção.

O Grupo Folclórico consciente das dificuldades que tem uma colectividade por não possuir um espaço próprio para as suas actividades oferece o seu apoio ao grupo etnográfico As Lavradeiras de Galegos Santa Maria. Estas poderão usufruir dos nossos espaços, logo que nós mesmos disponhamos deles, para além de todo o apoio que necessitem.

O dia 21 de Maio marca a nossa adesão à grande instituição que é o INATEL.

Em 2000, o grupo participa nas “Reisadas 2000”, organizadas agora pelo Grupo de Jovens de Galegos Santa Maria. Esta participação não poderia deixar de acontecer porque durante muitos anos fomos os impulsionadores das mesmas, ou seja, dos cantares dos Reis.

Em 2001 acontece o IX Festival Folclórico, durante o qual recebemos a chave para o início da utilização da sede. Desde logo disponibilizamos as nossas instalações a toda a comunidade, assim como para os restantes movimentos. O que realmente veio a acontecer em Setembro com a Exposição O Figurado dos Barristas de Galegos – Barcelos.

Em 2002, participação nas “Reisadas 2002”, evento de Galegos Santa Maria que passou a ser bienal.

Inauguração da  sede do Grupo Folclórico

Comemoração das Bodas de Prata e X Festival Folclórico.

Digressão pela ilha da Madeira.

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